Ator foi demitido da emissora após briga com produtor; Dado permanece apenas nos primeiros capítulos da novela "Vitória"

Dado Dolabella
Manuela Scarpa/Photo Rio News
Dado Dolabella


Não tinha como ser diferente. A demissão de Dado Dolabella da Record, após o ator se envolver em uma briga com um produtor, foi o assunto que, em partes, tomou conta da coletiva de imprensa de “Vitória”, nova novela da casa. O ator permanece em cena nos primeiros capítulos da história de Cristianne Fridman e depois seu personagem deve morrer. Dado até apareceu por, literalmente, um segundo no clipe exibido no evento, mas não foi convidado para participar do coquetel no Jockey Club, no Rio de Janeiro.

Rodrigo Phavanello
Graça Paes/Photo Rio News
Rodrigo Phavanello

Com a saída do ator, Rodrigo Phavanello foi chamado de urgência para dar novo rumo para seu personagem, Rafael. Segundo o ator, o personagem já existia na trama, mas entraria apenas depois do 21º capítulo. “Agora, eu já apareço no sétimo capítulo. Com certeza ele cresceu na história. O personagem só entraria como advogado criminalista para defender a Diana, personagem da Thaís Melchior. Agora, o triângulo amoroso se voltou para o Rafael”, disse Rodrigo.

O ator ainda fez questão de frisar que o clima nos bastidores da produção, após toda confusão, está muito bom. “Está tudo maravilhoso. Acho que esses conflitos acontecem nas grandes famílias. Eu gosto muito do Dado, é um grande amigo, e só lamento o fato ter acontecido”, falou. Anderson Souza , diretor de teledramaturgia da Record, também comentou sobre a decisão da direção em romper profissionalmente com Dado.

“Vocês (imprensa) já divulgaram com exaustão a questão do Dado. Ele é um profissional… Chegamos num limite, e infelizmente não deu para continuar com o contrato. A gente achou melhor para o elenco, para a emissora e para ele mesmo terminar o contrato naquele momento”, afirmou Anderson, que não sabe sobre questões de multa e pagamentos: “Isso já é uma questão de jurídico, eu não sei responder”.

Questionado se as portas da emissora estão, agora, fechadas para Dado, Anderson foi político. “Foi um contrato encerrado, né? É lógico que ele não gosta, e nem nós gostamos de chegar a esse ponto, mas infelizmente… Não foi bom para ninguém. A Cris (Fridman) precisou repensar algumas coisas, e tal. Eu não vou dizer que as portas se fecham para ele, porque já tivemos profissionais que saíram e voltaram, e o amanhã é outra história”, garantiu.

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