Em entrevista a GQ, apresentador afirma que não deseja ser uma unanimidade


Luciano Huck posou para a revista GQ, da qual é a capa da edição de abril. À publicação, o apresentador mostra que nunca teve o desejo de agradar a todos, apesar de sua fama de bom moço. “Sou o que eu sou. Não estou a fim de pintar o cabelo de roxo, fazer uma tatuagem na testa, ser um black bloc. Não quero ser unanimidade, quero que existam pessoas que não gostem de mim”, declara Huck, que ainda completa: “Claro que eu prefiro que mais gente goste de mim. Mas é bom que haja diversidade”.

Luciano Huck para a GQ
Rodrigo Marques/Divulgação
Luciano Huck para a GQ

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Completando 14 anos de “Caldeirão do Huck”, Luciano falou sobre o sucesso do programa. O fato de ele ser bem resolvido em relação a seu trabalho e não querer fazer nenhum personagem, parece ser a receita para a continuidade do trabalho. “O que me trouxe até aqui foi minha vontade de trabalhar, de produzir. Não sou o Gianecchini, o Rodrigo Santoro, não tenho a voz do Alexandre Pires. Sou um cara da comunicação”, definiu o apresentador.

Durante o bate-papo, Huck ainda relembrou uma frase dita por Chico Anysio a ele, em 1999. “Ele disse que eu estava chegando à Globo com dez anos de antecedência, e eu acho que ele tinha alguma razão. Hoje eu domino mais esse eletrodoméstico”, declarou o marido de Angélica , que ainda afirmou ter aprendido muito sobre televisão desde então.

Família também foi um tema abordado na publicação. Pai de Joaquim , Benício e Eva , Luciano comentou que leva as crianças todos os dias para a escola e que gosta de viajar para o exterior com eles para mostrar como é ter uma vida normal. “Hoje estamos educando eles para não darem carteirada na vida. Famosos somos nós, não eles”, afirmou.

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