A atriz estreou o espetáculo “Felizes 30” em São Paulo e falou sobre usar o transporte público brasileiro


Após viver a enfermeira Elenice em “Amor à Vida”, Natália Rodrigues continua com a agenda cheia de trabalho. A atriz estreou o espetáculo “Felizes 30”, ao lado de Blota Filho , Fernando Vieira , Ana Saab , João Baldasserini e Rafaela Veronese , na noite dessa sexta-feira (12), em São Paulo.

Natália Rodrigues na peça 'Felizes 30'
Photo Rio News
Natália Rodrigues na peça 'Felizes 30'

“Foi um processo corrido para mim porque estou gravado a serie 'A Segunda Vez que te Conheci', no Rio, e, quando eu tinha folga, eu pegava um avião e vinha para São Paulo. Todo elenco ensaiou dois, três meses e eu tive menos de um mês para ensaiar tudo, mas eu já conhecia o pessoal e tudo ficou bem entrosado. Eu adoro trabalhar assim, faz parte e eu sou da opinião que eu não nego trabalho”.

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Na nova série do canal a cabo que estreia em agosto, Natalia viverá Fabi, uma mulher aventureira que vai agenciar garotas de programa e no meio da trama se descobre bissexual. A atriz fez alguns laboratórios em lugares gays e contou que tudo foi muito tranqüilo.

“Eu sou atriz e nada me assusta, tudo é um grande conhecimento e aprendizado. Se eu me dispus a fazer esse personagem porque eu achei que ela é a minha personagem mais difícil, eu tive que olhar tudo de forma mais aberto e sem problema nenhum. O preconceito vem de quem não tem informação. É tão natural tudo isso que eu acho uma grande bobagem terem preconceito, a orientação sexual de uma pessoa não quer dizer que ele tem menos caráter, menos dinheiro ou educação, acho lamentável isso”.

Transporte público

Recentemente, Lucélia Santos foi flagrada em um ônibus do transporte público e ficou brava com os comentários após o vazamento da foto. Natalia, que é uma das famosas brasileiras que também já foi flagrada no metrô de São Paulo, não vê problema nenhum nisso.

FOTOS: Confira galeria com outros famosos que também utilizam transporte público

“Eu sou super a favor do transporte público e não é porque sou pobre ou milionária. Eu trabalho muito para viver bem, tenho um bom carro, uma boa casa, mas eu sou uma cidadã e pago muito imposto para esse governo... O mínino de direito que eu tenho é poder pegar o transporte público”, disse. “Se eu posso ir em 15 minutos de metro de um bairro a outro e de carro eu gastaria quatro horas, por que não usar o transporte público? Claro, existe uma certa precariedade no nosso transporte, mas se as pessoas começassem a usar e viessem a público, com certeza poderia melhorar”.

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