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Ator participou do lançamento de seu novo longa “SOS – Mulheres ao Mar”, na noite dessa terça-feira (11), em São Paulo

Reynaldo Gianecchini chegou sob forte assédio da mulherada à pré-estreia de seu novo filme ao lado de Giovanna Antonelli , "SOS – Mulheres ao Mar", na noite dessa terça-feira (11), em um shopping em São Paulo. O ator, que sempre foi considerado um galã e está acostumado com o título, não esperava que o visual grisalho para viver Cadu, na novela “Em Família”, fosse potencializar a admiração das fãs.

“É impressionante como mulher gosta de homem com o cabelo grisalho, acho que tem a ver com a segurança que o homem passa, fiquei até pensando sobre isso”, disse o ator. “Dou dois passos na rua e alguém vem falar do meu cabelo. O assédio aumentou, sim, fiquei chocado. Se eu soubesse tinha ficado grisalho muito antes”.

No longa, que estreia em 20 de março nos cinemas, Gianecchini vive, mais uma vez, par romântico com Giovanna Antonelli.

“Acho que é o quinto ou sexto trabalho juntos, além disso, somos amigos e sócios de um restaurante. Não sei onde isso vai parar, logo vai ser uma união estável”, brincou ele. “Na verdade, o filme foi todo rodado entre amigos, desde os produtores, atores, diretores, foram quase como férias, brinco que filmamos nos dias de folga, foi ótimo aproveitar o por-do-sol”, relembrando que passou 15 dias com o elenco em um cruzeiro pelo Mar Mediterrâneo durante as filmagens.

Já na novela das nove da Globo, de Manoel Carlos , o ator se prepara para começar o drama de seu personagem, que sofrerá de uma doença cardíaca, mas comentou que ainda não sabe muito como tudo vai acontecer.

“A gente está descobrindo quase junto com o público, sei o que vai acontecer daqui dois dias e só. Mas acho que vai ser bacana falar de doença porque eu passei por um período difícil também e expus isso. Acho que existe uma forma bacana de você tratar a doença, de uma forma mais leve, o que pode ajudar as pessoas e o Manoel Carlos é craque e sabe fazer isso muito bem”.

O ator ainda comparou seu atual trabalho com o seu primeiro trabalho na TV como Edu, de “Laços de Família” em 2000, já que as duas tramas são de Manuel Carlos.

“O texto do Manoel Carlos tem uma linha muito específica, muito bonita, um texto sensível e é muito difícil de fazer por isso, mas a grande diferença é a minha experiência hoje, 13 anos depois. Ainda é difícil fazer pelo fato de ser tão simples, mas agora tenho mais elementos para brincar em cena, quando comecei ficava muito nervoso e hoje está mais tranquilo”.

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