A atriz conseguiu liminar antes de ser condenada a devolver mais de R$ 158 mil aos cofres públicos acusada de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa

Deborah Secco
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Deborah Secco , que foi condenada a devolver mais de R$ 158 mil aos cofres públicos por enriquecimento ilícito e improbidade administrativa , conseguiu por meio de uma liminar desbloquear seus bens. A atriz ficou um ano sem poder movimentar a conta pessoal e negociar imóveis, por exemplo. A decisão da oitava câmara cível foi publicada em 11 de outubro, pouco menos de um mês antes da condenação. 

Entenda o caso

Deborah Secco foi condenada a devolver R$ 158.191 aos cofres públicos, segundo decisão do juiz Alexandre de Carvalho Mesquita , da 3ª Vara de Fazenda Pública, divulgada em 24 de outubro. A atriz é acusada de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa por ter cheques descontados em sua conta referentes a desvio de verbas de esquema fraudulento envolvendo a Fundação Escola do Serviço Público (Fesp) e ONGs.

Investigações identificaram que órgãos do governo do Rio de Janeiro contratavam a Fesp para a realização de projetos sabendo que ela não tinha capacidade de executá-los. A Fesp então repassava os contratos a ONGs representadas pelo pai de Deborah, Ricardo Tindó Secco , que seria o chefe do esquema.

O dinheiro desviado foi para diversas contas da família de Ricardo Secco, como a de Deborah e a da produtora Luz Produções, empresa da atriz. Bárbara   e Ricardo , irmãos da atriz, e a mãe deles, Sílvia , também tiveram quantias desviadas depositadas em suas contas. Além deles, Ricardo e sua mulher Angelina receberam R$ 453 mil. Segundo o documento, somados os valores supostamente desviados, o pai da atriz teria se apropriado diretamente, ou por meio da família, de mais de R$ 1.000,000,00 de recursos públicos.

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