Ator ainda ironizou sobre a doença, dizendo que a prática do ato sexual também pode proporcionar a cura

Michael Douglas falou nesse domingo (02) ao jornal britânico "The Guardian" sobre o câncer de garganta com o qual foi diagnosticado, há três anos. O ator negou que a doença fosse em consequência do consumo excessivo de álcool ou do tabagismo e culpou o sexo oral.

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"Não. Sem ser muito específico, esse câncer, em particular, é causado pelo HPV (Papilomavírus humano), que vem da cunilíngua (ato do sexo oral feito em mulheres)", falou o marido de Catherine Zeta-Jones .

"Acredito que o estresse sofrido com a prisão do meu filho (detido com drogas em 2009) também não ajudou a provocá-lo", continuou, sem deixar de ironizar a causa da doença que o debilitou: "Por outro lado, o sexo oral feito em mulheres também é a melhor cura para o câncer".

Entenda a relação entre o vírus HPV e o câncer de garganta

Michael Douglas no Festival de Cannes 2013
AP
Michael Douglas no Festival de Cannes 2013

O ator de 68 anos assegurou que está bem, apesar de ter que se submeter a exames de rotina a cada seis meses. Segundo ele, "nesse tipo de câncer, em 95% dos casos a doença não volta".

Michael passou por dois meses de quimioterapia e radioterapia, deixando-o "muito frágil" e fazendo com que ele perdesse dez quilos na época.

Vale lembrar que, antes do sacamento com Zeta-Jones, Michael Douglas já foi internado em uma clínica de reabilitação para curar seu vício em sexo.

Recentemente o ator promoveu o filme "Behind The Candelabra", no qual interpreta o pianista americano Liberace, ao lado do ator Matt Damon, que dá vida a Scott Thorson, o amante do famoso músico.

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