Ator fala de seus futuros projetos - dois filmes e duas peças -, que ainda não pensa em ser pai e que se sente feliz em ser exemplo de otimisto para outras pessoas

Reynaldo Gianecchini prestigiou na noite desta quarta-feira (15) um coquetel realizado no Escritório de turismo da Itália no Brasil (ENIT), em São Paulo, para celebrar o apoio da entidade ao filme “Diminuta”, do qual ele é protagonista. No longa, que começará a ser filmado em setembro, o ator interpretará um músico de jazz. “Ainda estamos em processo bem inicial. Eu tive pouquíssimo contato até agora. Aceitei fazer porque li o roteiro e adorei. Basicamente, faço um cara que depois de tantas dificuldades é salvo pela música. E fala um pouco da história do jazz, que é muito legal”, contou ele, entrevista ao iG Gente .

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Gianecchini fará algumas cenas de seu personagem em Campanha, na Itália, e falou sobre sua ligação com o país. “Sempre que tive a oportunidade de trabalhar lá, como em 'Passione' e 'Esperança', foram meses muito enriquecedores para mim, de absorver muita coisa boa”, afirmou.

“Ainda não penso em ser pai”

Além deste longa, Gianecchini está cheio de projetos para este ano. Na próxima sexta-feira (17) ele reestreia a peça “Cruel”, desta vez no Rio de Janeiro, em junho começa a filmar “SOS Mulheres ao Mar”, com Giovanna Antonelli , e em setembro entra em cartaz com o espetáculo “Toca do Coelho”, com Maria Fernanda Cândido . “A gente cansa só de pensar (risos)”, comentou o ator.

Reynaldo Gianecchini e Deborah Evelyn participam de coquetel, em São Paulo
Claudio Augusto / Foto Rio News
Reynaldo Gianecchini e Deborah Evelyn participam de coquetel, em São Paulo

Com tanto trabalho, sobra pouco tempo para a vida pessoal. Solteiro, Gianecchini disse que ainda não pensa em ser pai. “Essas coisas acontecem, não tenho a menor preocupação com isso. Eu não faço planos a longo prazo pra nada. Hoje em dia deixo as coisas acontecerem de forma natural, até porque a vida surpreende a gente o tempo todo e quero estar muito aberto para as coisas que chegam. Estou deixando a vida me levar junto com o Zeca Pagodinho (risos)”, brincou.

“Continuo sendo otimista”

Gianecchini chamou a atenção no evento pelo seu novo visual, sem os cachos no cabelo. “Meu cabelo voltou a ser como era antes [o cabelo do ator mudou após ele fazer quimioterapia para curar um câncer no sistema linfático]. Ele cresceu, cortei as pontas e voltou a ficar liso. Eu não estranho nenhum visual, acho o maior barato mudar. Eu supercurtia meu cabelo de cachinho”, explicou.

O ator assumiu que não aguenta mais falar sobre o tratamento que passou devido à doença, mas que faz sempre questão de participar de campanhas beneficentes e de apoio às pessoas com câncer. “Eu acho meio chato bater sempre na mesma tecla. Mas também acho muito importante, por exemplo, eu estar envolvido com campanhas beneficentes. Eu, de alguma forma, sinto uma necessidade enorme de me doar, de ser solidário, porque foram comigo”, comentou.

Gianecchini se sente feliz em ser um exemplo de luta para outras pessoas. “Sempre me falam ‘você incentivou tantas pessoas com o seu otimismo’, eu acho muito gostoso ouvir isso, procuro sempre mostrar que é isso aí, ‘vamos passar com leveza pelas coisas’, não só em doenças, mas em tudo na vida. A gente tem que topar os desafios que a vida nos impõe e ver o que temos que tirar disso. Eu continuo sendo muito otimista com tudo na minha vida e faço questão de ajudar a pessoas, mas o meu processo de cura, em si, não aguento mais falar, isso é verdade”, finalizou.

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