Atriz não falou sobre o fim do casamento com Roger Flores, evitou o assunto da polêmica de Joelma, já que está escalada para o filme, e negou ainda ter perdido a carteira de motorista por excesso de multas

Recém-separada, Deborah Secco apareceu publicamente pela primeira vez - e usando um terço no braço - em evento de óculos na noite desta quinta-feira (25), em São Paulo. "Sou católica e ando sempre com ele", explicou a atriz. 

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Acompanhada de sua assessora e de vários seguranças, a ex-mulher do jogador Roger Flores,  com quem ficou casada por 3 anos, foi simpática ao atender a imprensa.

Sem se pronunciar sobre o recente fim do casamento, outro assunto que a atriz preferiu evitar foi sobre a  polêmica envolvendo Joelma, do grupo Calypso, que comparou homossexuais a dependentes químicos , já que está escalada para interpretar Joelma no filme que retrata a trajetória da banda . “Não estou falando muito sobre esse assunto. Não parei para pensar. Acho que precisamos ouvir todos os lados, ter muita calma para julgar, expor nossa opinião. Cada vez mais, opto por não expor minha opinião pública, mas quando chegar a hora, as pessoas irão saber", disse Deborah. "Enfim, não sei nem em que pé está o filme. Acabei de terminar um longa ("Boa Sorte") e voltei para a série ("Louco por Elas"), e estou focada nela, que vai até junho", contou a atriz, que vai tirar um mês de férias antes de se dedicar a outros projetos. "Se Deus quiser, porque desde "Insensato Coração" (2011), não tirei férias. Quero dormir, descansar e não ter horário para nada."

Relação com o universo gay

Deborah sempre se relacionou com gays na vida real e na ficção. Para a atriz, o assunto merece respeito e individualismo. "Graças a Deus não tenho preconceito com gays e nem com nenhum outro tipo de grupo. Mas, de qualquer maneira, também prefiro não expor minha opinião. Ela é só mais uma opinião e não merece ser vangloriada e enaltecida. Prefiro guardar o meu pensamento para dentro da minha casa".

Perder na estética, ganhar na carreira

Recuperada dos 11 quilos que perdeu para interpretar uma dependente química e portadora de HIV no longa “Boa Sorte”, da cineasta Carolina Jabour , Deborah orgulha-se do desafio proposto em tão pouco tempo. "Já recuperei o peso. Foi super-rápido, na verdade. Foi uma dieta bastante restritiva. Quando você volta a comer, recupera o corpo muito rápido. O corpo parece que suga tudo o que você coloca para dentro. Mas foi muito bacana. Acabei de assistir ao resultado final do filme e foi impactante, emocionante. Acho que foi um dos meus melhores trabalhos e valeu muito a pena o sacrifício de ter emagrecido. Acho que consegui dar uma verdade para a personagem, uma profundidade para ela que, se eu não tivesse feito todas essas restrições alimentares, não teria conseguido".

Já sobre a data de estreia nos cinemas, a atriz ainda não sabe, mas não vê a hora de compartilhar o drama com o Brasil. "Não sei. Acho que a gente começa a escrever o filme para os festivais, mas espero que seja lançado nesse ano, porque estou louca para que as pessoas vejam também. Conseguimos contar uma história de amor linda", disse. Questionada sobre o significado do amor, já que a atriz passa por uma fase turbulenta no lado amoroso, a atriz resumiu em uma palavra: “Família”.

Proibida de dirigir

O nome de Deborah foi envolvido em mais uma polêmica nsta semana. Ela teria perdido carteira de motorista por excesso de multas. “Não perdi, gente. Na verdade, a gente acaba fazendo umas coisinhas a mais, porque sai muito tarde da gravação. É deserto, a cidade é perigosa, mas aquele carro não é o meu. Ele está no meu nome, mas é um carro que as pessoas que trabalham para mim, usam. Mas acredito que nessa fase que estou vivendo, tenham algumas pessoas me seguindo. Daí ficam um pouco chatinhos e, às vezes, você tem que fazer umas coisas erradas para conseguir manter a sua privacidade", explicou.

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