Ator foi convidado para ser protagonista da novela "Joia Rara", mas devido às filmagens de "Jane Got a Gun", ao lado de Natalie Portman, não conseguiu conciliar a agenda

Rodrigo Santoro participou do lançamento de um Smartphone na manhã desta quinta-feira (18), no Hotel Tivoli, em São Paulo. De volta ao Brasil depois de aproveitar um dia do festival de música Coachella, nos Estados Unidos, no último fim de semana, o ator conversou com a imprensa sobre sua trajetória de sucesso e ainda aproveitou para contar sobre os projetos nos quais está envolvido.

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“Continuo fazendo projetos para a TV Globo, mas projetos mais curtos, que fazem mais sentido para mim, para a dinâmica que a minha vida tomou agora”, falou ele durante o evento promovido pela LG. Atualmente, Rodrigo está fora do País para as filmagens de “Jane Got a Gun”, ao lado de Natalie Portman . “Ainda não posso contar muito, não estou autorizado a dar detalhes da trama. Mas faço o membro de uma gangue de foras da lei. Sou um caubói fora da lei”, antecipou. A imprensa internacional chegou a apontar Natalie e Rodrigo como casal, mas eles nunca confirmaram a informação.

O ator comentou ainda sobre a possível participação em uma novela da Globo. “Estou fazendo o filme e o roteiro de filmagem ainda está sendo definido. Tivemos uns percalços no começo dele, então atrasou um pouco. Ainda não tenho exatamente quais são as datas das filmagens. Mas houve realmente o convite. Nada definido ainda.”

“300: A Ascensão de um Império”:

Além de “Jane Got a Gun”, Rodrigo ainda está trabalhando em outros projetos, assim como a continuação do filme “300”, de 2006, no qual interpreta o personagem Xerxes. “Eles não chamam de sequência, é um filme que se passa no mesmo período do primeiro. É um ponto de vista diferente, como se fosse um ângulo diferente das outras batalhas que estavam acontecendo ao mesmo tempo”, explicou. “Então, o filme tem um ponto de intersecção com o primeiro e a linguagem é praticamente a mesma. É um novo diretor, mas faço o mesmo personagem, conto um pouquinho mais da história dele”, contou ele sobre “300: A Ascensão de um Império”, que tem previsão de estreia para o mês de agosto deste ano.

“Rio 2”:

Apesar de não mostrar o rosto, o trabalho de Rodrigo Santoro na animação “Rio 2” também é intenso. “Estou trabalhando no Rio 2. É um trabalho longo, vai o ano inteiro, porque são várias sessões de dublagem”

“Jane Got a Gun”:

“Esse filme com a Natalie Portman estou fazendo agora, ainda não posso contar muito, não estou autorizado a dar detalhes da trama, mas eu faço o membro de uma gangue de fora da lei. Sou um cowboy fora da lei.

Cuidado com o visual:

“Personal para me vestir? Não, imagina. Eu que coloco a minha roupinha mesmo. Não sou muito vaidoso, me arrumo dependendo da ocasião. Preciso estar me sentindo bem. Moro no Rio de Janeiro, então me visto mais descontraído, mas dependendo da ocasião me visto de acordo.”

Atividades físicas:

“Gosto de me exercitar sempre, para me sentir bem disposto. Minha rotina, quer dizer, não tenho muita rotina, mas o meu dia a dia, às vezes, é de muita viagem. Quando estou filmando, por exemplo, acordo às 3h da manhã, porque precisa fazer a maquiagem e começar a filmar só às 7h da manhã. Tem que estar disposto para poder estar bem para o trabalho. Então procuro estar sempre em forma, comer bem, me alimentar bem.”

Protagonista da novela das nove da Globo:

“Foi precipitada a notícia, ainda não foi nada resolvido. Estou fazendo o filme e o roteiro de filmagem ainda está sendo definido. Tivemos uns percalços no começo dele, atrasou um pouco. Então ainda não tenho exatamente as datas. Mas houve realmente o convite. Nada definido ainda.”

Futuro em novelas:

“Continuo fazendo projetos para a TV Globo, mas projetos mais curtos, que fazem mais sentido para mim, para a dinâmica que a minha vida tomou agora. Não tenho problema nenhum em fazer novela. Imagina, comecei ali na televisão. Depende do projeto. Vejo um por um, não tem uma fórmula, mas não tenho o menor preconceito em relação a isso.”

Uso da tecnologia:

Participando de um evento tecnológico, Rodrigo se mostrou avesso às redes sociais, mas adepto das ferramentas que o ajudam a falar com a família quando está no exterior. “Uso tecnologia, internet, porque viajo muito. Talvez o meu maior uso seja para falar com a minha família e para trabalho. Facebook e Twitter, não curto muito, não faço parte das redes sociais. Meu uso é uma coisa praticamente que faz parte do nosso dia a dia e não tem nem como não participar. Mas participo da minha forma”, falou ele, que ainda lembrou do início das viagens internacionais que fazia para divulgar os filmes. “As formas de comunicação de hoje em dia são diferentes das de quando comecei a viajar. Comprava cartão para ligar, era caro. Hoje em dia você tem diversas formas.”

Festival Coachella:

“Estive um dia no Coachella, foi ótimo. Sempre que estou por ali, se dá, eu vou. É ótimo. É super bem organizado, as melhores bandas tocam ali.”

Formação acadêmica:

"Fiz faculdade de jornalismo, mas sempre brinquei de atuar, desde muito jovem. Quando fui para o Rio estudar, me juntei a um grupo de teatro. Depois fiz parte Oficina da Globo, uma coisa que aconteceu posteriormente. Dali fiz um primeiro trabalho, comecei a trabalhar como ator. Continuei fazendo a faculdade, até que tive que trancar. A carga horária não estava batendo, até que eu entendi o sentido da palavra jubilou. Tranquei uma vez, voltei, tranquei pela segunda, voltei. E quando tranquei pela terceira vez o diretor falou: ‘você jubilou’. Mas fiz quase até o final."

Oportunidades de trabalho:

"Ter estudado foi uma das melhores coisas que fiz, porque tive aula de filosofia, psicologia e um monte de coisa que hoje em dia uso no meu trabalho. Ttive a sorte de fazer parte da retomada do cinema nacional. Meu primeiro filme foi o “Bicho de Sete Cabeças”, e a partir dele comecei a trabalhar mais e mais no cinema. Continuei trabalhando na televisão e começaram a aparecer as oportunidades de trabalhar fora. Comecei a viajar como consequência e levei comigo o meu instrumento, o que eu era. Entrei em contato com artistas do mundo inteiro nos festival. Comecei a ter oportunidades, a receber convites e, aos poucos, como tudo na minha vida, as coisas foram acontecendo. Fui me dedicando a elas e fui evoluindo nesse sentido. Cada vez acreditando mais. Não foi uma aventura: 'vou pra fora'. Pelo contrário, foi uma consequência do “Bicho de Sete Cabeças” e do “Abril Despedaçado”. Foi uma consequência, foi tomando corpo e hoje estou aqui."

Dedicação à carreira:

"Não acho que o grande está fora, realmente está dentro da gente. É o potencial de cada um. Tem que aprimorar, ninguém tira de você. Acho que 80% é muito suor mesmo, muito trabalho, muita dedicação. Tem que fazer acontecer."

Assista ao vídeo de Rodrigo Santoro no evento:


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