Apresentador do "Got Talent Brasil", da Record, falou ainda sobre passar de repórter a apresentador, da relação com Fernanda Vasconcelos e Dani Calabreza, sua substituta no CQC, da Band

Rafael Cortez roubou a cena em que as drag queens reinavam durante o coquetel do musical "Alô, Dolly!" na noite desta sexta-feira, (08), no Teatro Bradesco, no Bourbon Shopping, em São Paulo.

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O ex-CQC, da Band, foi assediado pelas poucas crianças que estiveram no local. Questionado qual era a sua relação com o público infantil e se algum dia pretendia ter filhos, o humorista não deixou de responder com graça a pergunta. "Eu gosto mais é de fazer criança", disse ele.

O novo contratado da Record conversou com o iG e falou sobre a dificuldade em passar do ofício de repórter para a posição de um apresentador ao comandar em abril o novo projeto da emissora, o "Got Talent Brasil", versão brasileira do show de talentos "Got Talent", que no elenco de jurados será formado por Daniela Cicarelli , Sidney Magal e Milton Cunha .

Cortez contou ainda como é a sua relação com a atriz global, Fernanda Vasconcellos , apontada como seu affair, da proposta de 300 mil reais para trocar de emissora, do relacionamento com os integrantes do "CQC - Custe o Que Custar" após sua saída repentina da Band e de sua nova substituta no antigo emprego, Dani Calabreza .

iG: Você está namorando?

Rafael Cortez: Não estou não. Estou fazendo a minha farra aí.

iG: Mas houve alguma coisa entre você e a Fernanda Vasconcelos como saiu andando há um tempo atrás? Que tipo de contato vocês tiveram?

Rafael Cortez: Estão casando a gente. Não estamos namorando. Não somos amigos, uma pena né? É uma moça tão bonita, bem que eu queria. Acho ela tão linda. Conheço ela só de pauta. Isso é tudo que eu posso te dizer (risos).

iG: E como está sua adptação na Record? O Got talent Brasil estreia este mês né?

Rafael Cortez: Estou adorando, é muito trabalhoso e bem puxado. Está sendo demais. O programa ia estrear em março mas jogamos para abril para pós-produzirmos melhor o que agente já gravou e olha, é o bicho viu. Está beeeeeeeeeem bonito o negócio viu?

iG: Como está a sua expectativa?

Rafael Cortez: Eu já estive mais nervoso mas com as gravações fui entendo como é que é. Não significa que vai começar pronto. Nunca começa. Eu fui entender como faz o CQC no quinto ano. Aí eu fui embora (risos)

iG: Como está sendo sua transição de repórter para apresentador? Você está sentindo muito diferença?

Rafael Cortez: É difícil. Eu tinha uma série de coisas que eu estava acostumado a fazer que cabiam muito como repórter do CQC. Por exemplo eu tenho um olhar disperso, eu falo com você e olho pra lá, pra cá. Isso ainda é resquício do repórter. Eu não relaxo e isso ainda é grave pra mim. E no GotTalent não pode. Na hora que eu estou diante do convidado, no cara que eu vou apresentar eu tenho que ter o olhar nele e não o olhar na minha volta. O tal do olhar disperso do CQC é um problema que eu tenho que lidar e que eu já melhorei muito do primeiro programa pra cá. Estamos no sexto programa e ainda tem tudo pra costurar. O resto vou adaptando, o gênero do humor, é difícil mas é gratificante passar por essa dificuldade senão eu ia ficar a vida inteira fazendo a mesma coisa.

iG: Quais são as suas inspirações de apresentadores brasileiros?

Rafael Cortez: Eu tenho modelos de apresentadores que tem um pouco de cada coisa que eu gosto. O jeito do Rodrigo Faro falar como se estivesse em casa eu gosto. Gosto do despojamento, da quebra de protocolo da Ana Hickmann . Sem dúvida nehuma, do carisma do Silvio Santos , mas não posso sem dúvida nenhuma fazer nada parecido com o dele porque o Got Talent é um programa de talentos e ele faz um show de calouros e o maior erro que pode se ter é pensar que o programa será um igual ao do Silvio. Eu tenho um personagem na minha cabeça que não existe, tem um pouquinho de cada coisa, é tipo um Frankenstein

iG: É verdade que a proposta financeira da Record foi crucial para você sair do CQC mais do que virar apresentador e ter um programa só seu? 

Rafael Cortez: Eu li que o Nelson Rubens disse que eu ganho 300 mil reais e eu chorava de rir. Graças a Deus falam umas coisas de mim que são maravilhosas, pra cima. Eu estou pegando a Fernanda Vasconcelos e ganhando 300 mil reais. Muito obrigado. Devo ter algum padrinho que me quer bem ou então quer me comer

iG: Você pretende chegar ao patamar do Rodrigo Faro, ter um programa líder de audiência e ser um dos maiores salários da casa? 

Rafael Cortez: Um dia eu chego lá. Estou trabalhando pra isso mas tenho que ficar pianinho não posso chegar querendo ser mais que o Faro seria muita arrogância minha (risos)

iG: Ao sair da Band para ir para a concorrente você criou alguma inimizade na emissora ou no CQC?

Rafael Cortez: Pelo que eu saiba não. Da minha parte não há nenhum mal estar. Imagino que os rapazes tenham ficado chateados em alguns aspectos, por exemplo, eles estão regravando muitos comerciais do CQC, isso é um saco né? Da parte deles não há nenhum ressentimento assumidamente porque nos falamos praticamente todos os dias

iG: Como você vê a entrada da Dani Calabreza no seu lugar?

Rafael Cortez: Dizem que a Calabreza entrou no meu lugar pra continuar a ter duas mulheres no CQC. A galera que acha que eu sou viado acha que entrou mais uma mulher pra manter as duas no programa. Eu acho a piada idiota mas divertida. Ela entrou pra somar porque ela é demais. Até onde eu saiba ela não vai ser apenas ser uma repórter, como eu era. Ela vai ter um quadro. A Calabresa janta comigo semanalmente. O que eu posso dizer é que ela está feliz, ela vai detonar e essa vai ser uma temporada muito boa. Eu desejo que seja, eu vou assistir, eu torço pelo programa e continuo fã do programa como sempre fui. A única coisa é que minha energia vital e meu tesão hoje estão no Got Talent Brasil Record

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