Jurado do novo reality da Record fala sobre atração e se emociona durante as seletivas

Daniela Cicarelli , Sidney Magal e Milton Cunha são os responsáveis por analisar, julgar e aprovara cada um dos candidatos ao posto de vencedor do “Got Talent”, novo reality da Record, que quer revelar uma estrela nacional.

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Nos bastidores, é visível que o trio já está completamente interado. Durante a entrevista, realizada no intervalo de um dia de gravação, o júri dava muita risada e concordava em tudo nas horas das respostas. Na hora de analisar os números apresentados, a sintonia também dominava. Em poucos momentos eles discordavam entre sim, embora garantam não ser nada combinado nos bastidores. “Cada um aqui tem sua visão, sua personalidade. Magal, músico há 35 anos, eu sempre gosto de ouvir a opinião dele. Trabalhei sete anos na MTV, ouvi muita música, mas não se compara com o know-how que ele tem. Amo os comentários do Milton e acho que vou mais pela parte do coração”, comenta a apresentadora, que diz ter ficado mais emotiva após o nascimento da filha, Ana Beatriz, que está com dois meses.

Ela não é a única. No segundo dia de gravação, Magal foi flagrado com lágrimas nos olhos ao receber no palco um músico com um grave problema de saúde e que encontrou, na música, uma terapia, improvisando um serrote e um skate como seu novo instrumento. Magal não conseguiu conter a emoção, comparando o candidato ao maestro João Carlos Martins.

Sem vilões e mocinhos

Magal conta que o grupo foi orientado a não repetir a linha de outros realities e transformar um jurado em vilão e, outro, em moço bonzinho. “Nós temos que ser reflexos das nossas emoções, o que sentimos, o que queremos dizer, a respeito de quem, quem queremos que vá pra frente. E começa a variar muito. Ele (Milton), às vezes é muito mau, às vezes eu me torno muito mau. Essa aqui (aponta para Cicarelli), pouco. O que se justifica, dois meses depois de ter filha (risos). Fica sensível. Ela não pode ver um cachorrinho, não pode ver uma criancinha, não pode ver um velhinho. Aí já elimina metade dos candidatos. Mas a gente compreende”, brinca Magal, que diz estar se divertindo muito mais do que esperava na nova atração.

Aproveitando o tom de diversão dos bastidores, Milton Cunha rebate o amigo: “Adorei ser qualificado de mau. Não tem nada de mau, sou apenas criterioso. Não consigo votar porque é bonitinho, fofinho, velhinho. É bom é bom, não é bom, não é bom, um beijo. Então eu sou a Odete Roitman.

Magal e Milton ainda confessam que o trio conversa bastante enquanto os candidatos se apresentam. A comunicação é em baixo tom, para não atrapalhar quem se apresenta. “Enquanto está acontecendo o número ali, a gente se junta para fazer considerações impublicáveis”, dispara Milton.

“Got Talent”

As seletivas em São Paulo chegaram ao fim neste domingo (17). Foram três dias de apresentações no Teatro Bradesco, em São Paulo, e, uma, para analisar os números de aventura, na sede da Record, também na capital paulista. A próxima etapa será no início de março, no Rio de Janeiro. Já os escolhidos nessa etapa, seguem para as apresentações ao vivo, direto dos Estúdios Quantas, mesmo local aonde aconteciam as gravações de “Ídolos”. “Got Talent” será apresentado por Rafael Cortez que, nesta fase, fica longe dos palcos, entrevistando os candidatos antes e depois das apresentações.

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