A atriz esteve no show de Stevie Wonder na noite deste domingo (23) e falou sobre apelido que ganhou após lei com seu nome ter sido criada. "Fiz do limão uma limonada"

Carolina Dieckmann chega ao show acompanhada do marido, Tiago Workman
Photo Rio News
Carolina Dieckmann chega ao show acompanhada do marido, Tiago Workman

Carolina Dieckmann foi uma das estrelas da lista vip de convidados do show de Stevie Wonder e Gilberto Gil que aconteceu na noite deste domingo (23), no Centro Cultural João Nogueira, o antigo Imperator, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro.

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Acompanhada do marido, Tiago Worcman, a atriz foi rodeada por jornalistas logo que chegou ao evento. Simpática, Carolina falou sobre a repercussão positiva da personagem que está vivendo na novela das nove, “Salve Jorge”. Desde o início da trama, a sinopse previa que Jéssica, uma moça pobre que acaba sendo traficada e obrigada a se prostituir, iria morrer no começo da história. Entretanto, o destaque dado a atriz somado aos comentários da autora da novela, Glória Perez, no Twitter, dão conta que talvez o rumo da personagem seja outro.

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“Só o que posso dizer é que até o dia 10 do mês que vem não tem a cena de morte”, disse Carolina, que assinou contrato para viver outra personagem no cinema e a produção seria um dos empecilhos para que ela continuasse na novela. “No próximo dia 8 começa a preparação do filme e eu não estou nela porque tem essa gravação dia 10, mas dia 28 já começam as filmagens”, contou ela, se referindo a comédia de Roberto Berliner.

No longa, Carolina irá interpretar Madalena, uma “maria cadeia”, como define a atriz. “Ela é uma vigaristazinha. É uma comédia super animada daquelas em que a minha personagem não chora em nenhum momento para variar”, disse.

A atriz contou que terá três dias de folga no réveillon e irá aproveitar o recesso em uma praia do nordeste. Questionada se com o fim do ano fez algum balanço de 2012, afirmou: “2012 foi o ano em que fiz do limão uma limonada. Desde as minhas lembranças mais antigas, de quando a minha casa pegou fogo, eu lembro da minha mãe falar ‘ninguém morreu, está tudo bem’. Então acho que é isso, eu sempre procurei pegar as coisas que aconteciam na minha vida e fazer disso algo bom. A foto pelada virou lei”.

Apesar de encarar o episódio do vazamento de fotos íntimas na internet como um fato positivo pela criação da lei que leva seu nome, Carolina garante que não tem essa vaidade. “Fiquei feliz de ter criado uma discussão que acabou virando uma lei, mas não pela vaidade de ter meu nome nela. Os câmeras do estúdio me chamam de musa 12737 porque é o número da lei e ninguém chama assim, geralmente falam o meu nome”, contou aos risos.

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