A intérprete de Manoela, de “Guerra dos Sexos”, contou sua relação com o cigarro mesmo não sendo fumante

Guilhermina Guinle deu uma pausa nas gravações do remake “Guerra dos Sexos”, que acontece nos Estúdios do Projac da Globo, no Rio de Janeiro, para poder vestir a camisa de madrinha do camarote Renner do show da Madonna , em São Paulo. “É um orgulho receber um convite como esse, né? Quem não admira a mulher Madonna, mesmo não sendo fã de suas músicas?”, disse ela na noite desta quarta-feira, (05), no ponto de encontro da grife antes de seguir para o segundo dia do show da cantora, no Estádio do Morumbi.

Siga o iG Gente no Twitter e acompanhe todas as notícias sobre sua estrela favorita

A intérprete de Manoela na novela das sete falou sobre o desafio de viver uma mulher completamente diferente dela na vida real. "Não sou nada do que é a Manoela. Para começar, não bebo, não fumo, não tomo remédios e não sou ciumenta assim do jeito que ela é”, disse. “É sempre bom fazer uma coisa diferente da nossa vida. Então acho que é sempre um desafio. O legal é buscar dentro da profissão coisas que te deem oportunidades diferentes”, completou.

Uma das características da personagem é sua relação de amor com o cigarro. Em cena, Guilhermina fuma. Fato que a atriz sempre abominou. “Nós somos em quatro filhos e éramos os chatos que ficavam enchendo o saco da minha mãe que fumou a vida inteira. E eu era a que mais reclamava”, contou. “Quando tive que começar a fumar, toda a minha família ficou me sacaneando”, disse ela aos risos.

Mas não é de agora que Guilhermina vem “fumando”. “Eu aprendi a fumar para a TV, quando fiz a minissérie 'JK', em 2006. Foi difícil e complicado”, contou. “Um dia meu irmão viu uma cena em JK e me ligou para falar que eu estava péssima, pois dava para ver que eu não fumava mesmo. Eu fumava e ficava com o dedo duro”, lembrou a atriz, aos risos.

Atualmente, Guilhermina tira de letra quando se depara com o tabaco. “É muito pouquinho que eu trago, geralmente é uma cena rápida. Fumo um cigarro de cravo”, disse. “Às vezes acendo e apago o cigarro umas quatro vezes e dou umas duas ou três tragadinhas. Fico morrendo de pena de apagar o cigarro novo, inteiro, mas é muito legal ver no estúdio que quase não tem fumantes quando eu ofereço para alguém”, encerrou.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.