Viúva contou como foram os últimos momentos do diretor. Ele será cremado e suas cinzas jogadas no mar da Barra da Tijuca, a sua paisagem favorita

Muito abalada, Antônia Fontenelle fez questão de conversar com a imprensa durante o velório de seu marido Marcos Paulo , nesta segunda-feira (12), na capela do Memorial do Carmo, cemitério do Rio de Janeiro. “Vim falar com vocês porque sempre falei, em todos os momentos. Quando estávamos na briga para ele viver, vocês me deram apoio”, disse a atriz, que contou como foram os últimos momentos de vida do diretor.

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“A gente viajou feliz e junto. Estávamos em uma cerimônia de cinema , que ele adorava. Ontem voltamos para o Rio porque ele estava passando mal, estava com febre há uma semana. Os médicos acharam que era malária, porque fizemos pesquisa na selva para o filme ‘Sequestrados’, o próximo trabalho dele. Ele começou a passar mal, ficou com a respiração ofegante e ligamos para o médico, que nos ensinou os primeiros socorros enquanto estava a caminho. Foi uma morte rápida, ele não sofreu. Ele morreu nos meus braços. Deus quis que fosse assim”, contou Antônia.

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Casada com Marcos desde 2009, a atriz também falou do que ele representou e deixou para ela. "Marcos foi um anjo na minha vida, para as pessoas saberem quem eu sou, quem é Antônia. Vai deixar saudades e estará sempre comigo. Ficou uma história de amor e muita parceria."

O diretor será cremado às 16 horas desta segunda (12), e suas cinzas serão jogadas no mar da Barra da Tijuca, a vista favorita de Marcos Paulo.


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