Cantora lançou o novo CD, "Real Fantasia", relembrou momentos antes da fama e falou sobre sua atuação em "Gabriela", no "Programa do Jô"

Cantar não é a única vocação de Ivete Sangalo . A cantora diz que também gosta de trabalhos domésticos, o que chega até a ser uma mania. "Eu amo fazer faxina. Estou cada vez pior", revelou ela durante a gravação do "Programa do Jô", que aconteceu nessa segunda-feira, (22), na sede da Globo, em São Paulo.

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Bem-humorada, Ivete deu detalhes do que mais gosta de fazer quando se depara com produtos de limpeza. “Adoro água e sabão, adoro rodo, troco tudo, limpo, passo pano, passo o dedo”, disse. "É psicopatia. Mas eu estou supercontrolada. Faço isso umas duas vezes por semana", completou a cantora.

Ivete falou ainda de suas experiências quando vai ao supermercado. "Quando eu vejo um rodo no supermercado, eu falo: meu Deus esse eu ainda não tinha visto este rodo", disse. Até em suas viagens ao exterior a estrela não deixa de conferir as novidades no setor de limpeza. "Nos Estados Unidos eu quero comprar um aspirador de pó que é imenso, mas nunca cabe na mala. Eu amo aspirador de pó. E esfregão de hospital? É um tesão", contou ela, que arrancou gargalhadas da plateia. Hóspede assídua de hotéis, as camareiras são alvo predileto da cantora. "Passo horas conversando com as camareiras e pergunto o que elas usam para tirar manchas", revelou Ivete.

A cantora mostrou-se expert no assunto a ainda deu algumas dicas de limpeza: "Uso aqueles palitinhos de comida japonesa, para limpar as sujeiras dos cantos mais difíceis. Antes eu usava faca, mas descobri os palitinhos. Enrolo em um pano molhado e limpo tudo”, falou. "Também uso escova de dente velha para engraxar o sapato, fica um brilho só", completou ela. Com a ajuda de seus auxiliares domésticos Ivete conta ainda com a participação de trilhas sonoras para incrementar a faxina. “Boto Carlinhos Brown para ouvir e não há sujeira que sobreviva”.

No descontraído bate-papo que vai ao ar na sexta-feira, (26), a mãe de Marcelo , de dois anos, também falou da experiência de sua primeira atuação como atriz, em " Gabriela ", do apoio do marido, Daniel Cady , com sua atribulada agenda, e dos momentos de vida antes da fama. 

Ivete ainda deu uma canja ao lançar seu novo disco, "Real Fantasia".

Maria Machadão 

“Eu achei que eu fui ótima. Não estou falando uma coisa tipo de ser pretenciosa não. Estou falando de um desafio para mim, comigo mesma. Não sabia como ia ser. Uma obra de Jorge Amado . De cara com aqueles atores. Não quis assistir ao original, como não sou atriz experiente, quis buscar recursos para poder me distanciar. A fonte de inspiração foi minha mãe que era Pernambucana, mas morava em Juazeiro e tinha aquele sotaque forte. Então, misturei a Bahia com o Pernambuco.”

Coronel Vampiro Bastos

"Eu brincava e chamava o ( Antonio ) Fagundes  de Coronel Vampiro Bastos, porque ele só beijava o pescoço"

Daniel Cady

"Meu marido está pra me dar uma surra. É só viajando, viajando, viajando. Aluguei um apartamento no Rio e ficava nos dias de gravações, aí voltava pra Bahia, eu passava os textos com o marido, e era aquela coisa, a cena em casa ficava muito melhor.” 

Calcinha furada e desmaio

“Quando eu era pequena, minha mãe falava para não sair com a calcinha furada porque se desmaiar na rua seria trágico estar com a calcinha furada. Aqueles conjuntinhos com cores iguais geralmente tinha um furado e eu fazia aquela mixagem de cores porque sempre tinha medo de desmaiar. Minha mãe era louca. Eu já tive vertigem, mas eu nunca demaiei não" 

Refluxo

"Eu sofro de refluxo e controlo obviamente com alimentação e uso de medicamentos. Me dá aquela queimação. Eu fiz uma Phmetria (exame onde é medido o refluxo ácido gastro-esofágico ou esôfago-faríngeo) e detectou um refluxo que não é curado com operação  Mas é punk porque tem dias que no meio do show vem de um jeito" 

Joias e quentinha

"Na minha casa temos uma característica de termos autonomia. Meu pai era autônomo, vendia joias que ele desenhava e em casa eu separava as pedras para ele, diamante, brilhante, ametista, e aprendemos a negociar com ele, inclusive. Depois que ele morreu, não tínhamos dinheiro para nada e passamos por uma situação muito difícil. Não tínhamos dinheiro nem para comer direito. Minha mãe saiu com forças de uma depressão e começou a fazer quentinhas. Aos 18 anos, eu e minha irmã vendíamos na farmácia, na floricultura, nos vizinhos. A comida era melhor do que meu potencial (como vendedora), mas eu chegava com muita disposição. Me lembro que tinha um banco onde eu vendia as quentinhas e depois de muitos anos que eu virei cantora, voltei ao mesmo banco e eles todos levantaram e me aplaudidam. Foi uma alegria, uma emoção só. Eu agradeço muito essa época porque me deu uma dignidade, uma força e acima de tudo felicidade do que eu estava conseguindo com o meu trabalho"

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