O Silas de "Avenida Brasil" esteve em São Paulo para estrear a comédia “Até que a Sorte nos Separe”

Ailton Graça  causou o maior frisson nos convidados que foram conferir a pré-estreia de seu mais novo filme “Até que a Sorte nos Separe”, de Roberto Santucci , na noite desta segunda-feira, (24), no Cinemark Eldorado, do Shopping Eldorado, em São Paulo.

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O motivo, é claro, seria o sucesso de seu personagem em " Avenida Brasil ", o malandro Silas. “Eu acho que a Amora ( Mautner , codiretora da novela das nove) falou uma coisa que é verdade. Ela diz que se fosse qualquer outro ator as pessoas iriam odiar. Fala que eu tenho uma empatia absurda, então existe uma torcida, mesmo quando eu faço o mal caráter como o Tião ( da extinta "Cama de Gato", 2009), que pra mim era o mau caráter levado a quinta potência e a criançada adorava aquilo. A criançada falava pra mim que o Tião era igualzinho ao pai delas, que explorava as mães. Pode?”, disse ele ao risos.

Na trama Silas foi casado com Monalisa ( Heloísa Perissé ) e teve um caso com a melhor amiga dela, Olenka ( Fabíula Nascimento ). Atualmente ele reatou com seu grande amor e mesmo assim mantem o mesmo comportamento que tinha antes de traí-la: vive tranquilo vivendo as custas da dona da rede de salões de beleza Monalisa Coiffeur. “Isso é cultural não é uma maldade. É um comportamento, um traço cultural que o João Emanuel ( Carneiro , autor da trama) apontou e a gente está tentando trabalhar com isso. Ele não é machista nem nada, é um comportamento, um traço cultural do homem que é criado dentro desse segmento. Hoje em dia as mulheres graças a Deus conquistaram espaço absurdo e dentro dessa nossa história dá a entender que o homem hoje ele compartilha e está tudo bem se a mulher ganha mais”, falou. "O personagem tentou que desse certo esse relacionamento durante doze anos e ali foi a tentativa final dele, fingir que sofria do coração, que estava doente. Ele usou uma chantagem absurda que nem iria funcionar mas atingiu o coração da Monalisa. Depois disso ele caiu numa deprê e acabou ficando um cara acomodado, coisa que ele não era porque ele tem um bar (do Divino, no bairro fictício da periferia do Rio) que funciona o tempo todo. Mas eu acho que isso foi ótimo porque dá uma sujada no personagem”, completou.




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