Em entrevista exclusiva, a atriz falou sobre a doença, que está controlada. “Estou muito feliz”, garantiu

Astrid Fontenelle prestigiou na noite e desta segunda-feira (17) a festa de confraternização da nova série do GNT, “Sessão de Terapia”, que estreia dia 1º de outubro, com direção de Selton Mello . Em entrevista exclusiva ao iG Gente , a apresentadora contou que já frequentou a terapia por muito tempo. “Não faço mais, mas fiz durante bons anos da minha vida. Sou a favor, já falei várias vezes que eu achava que deveria fazer parte da cesta básica do governo. Outro dia eu recorri porque meu filho estava roendo unha, o levei em um terapeuta infantil. Acho que todo mundo precisa. Alguns mais, outros talvez não saibam quanto precisam”, opinou.

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Em breve Astrid também fará uma estreia no canal pago. Trata-se da quarta temporada de “Chegadas e Partidas”, em que aborda pessoas nos aeroportos para contarem suas histórias. “É quase uma terapia assistir ao programa, você chora porque se sente tocado, se identifica”, comentou.

Convivendo com o Lúpus

Astrid Fontenelle não poderia deixa de falar sobre o Lúpus, doença com que foi diagnosticada no início ano. “Minha saúde está ótima, já estou algum tempo estabilizada e muito feliz”, contou. “É uma doença autoimune, que não tem cura, você procura a estabilidade dela, eu estou muito no início dessa trajetória, mas já há dois meses estamos 'nos comportando'”, disse ela bem-humorada.

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A apresentadora está agora conseguindo levar uma vida mais normal. “O Lúpus afetou pra caramba minha vida. Mas agora eu estou com o ritmo controlado, eu não gravo o quanto eu gravava, eu não posso ficar no sol - e sou freneticamente uma baiana -, mudou minha roupa de ir à praia, a comida que como, o horário que como. Mas eu estou bem. Eu tenho um foco muito grande que é meu filho e uma meta muito grande que é viver muito mais tempo com ele. Acho que vale a pena. Ir à praia de manga comprida, não beber... eu posso beber uma taça, mas pra quê? Já não bebia antes. Então, eu me cuido”, explicou.

Astrid acredita que por ser alguém conhecido do público, conseguiu fazer com que a doença chegasse ao conhecimento de quem não tinha muito noção do que se tratava. “É chato, é cansativo, é quase que baixa astral? Mas tudo bem! Eu estou também ajudando quem tem a doença a saber que dá para ter uma vida normal, e as pessoas que não têm Lúpus, em saber que não é transmissível”, concluiu.

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