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Ator português conta que a namorada brasileira e o convite para "Guerra dos Sexos" o fizeram ficar no País

Paulo Rocha pode dizer que a química entre os personagens Guaraci, interpretado por ele, e Pereirão, por Lilia Cabral , na novela “Fina Estampa”, se repetiu na vida real. “Ela se tornou a minha melhor amiga aqui no Brasil e toda a sua família também. Passei o último Natal e o Réveillon com eles e quando vim pro Brasil pela primeira vez, há dois anos, conhecer o Projac, assisti à peça da Lilia. no Rio, e que é maravilhosa”, disse o ator português, na estreia do espetáculo “Maria do Caritó”, estrelado por Lilia, na noite deste sábado, (09), no Teatro da Faap, em São Paulo.

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Paulo ainda contou que sempre recebe conselhos sobre a profissão da veterana atriz. “A gente troca muitas ideias. É muito bom ter uma colega de profissão mais experiente porque é uma das grandes virtudes dos mais jovens ouvir os mais experientes, minimiza alguns erros”, disse ele.

Prestes a rodar sua segunda novela brasileira, o remake “Guerra dos Sexos”, de Silvio de Abreu , Paulo falou de sua atual relação com o País. “Minha prioridade é o Brasil. Quero procurar o meu espaço e me estabilizar aqui. Nesses dois anos, minha prioridade é ficar aqui”, disse ele, que atualmente está morando em São Paulo por conta da novela”. O ator interpretará Fábio - vivido pelo ator Herson Capri na primeira versão da trama - e casado com Manuela ( Guilhermina Guinle ).

Paulo está engajado para perder o sotaque português para o novo papel. " Estou fazendo um trabalho com o fonoaudiólogo que vai ficar perfeito. Na versão original, o personagem não era português e o Silvio fez com que eu tivesse vindo de Portugal para tirar a pressão de ter o sotaque perfeito", contou o ator.

Namorada brasileira

Acompanhado da namorada, Juliana Pereira da Silva , Paulo revelou que a atual companhia foi um dos motivos para que ele permanecesse no País. “Foi um conjunto de fatores. O meu envolvimento com a minha namorada foi um fator que me deu tranquilidade para aceitar o desafio de ficar porque ela é extraordinária e muito especial, e ficar sozinho seria mais difícil. Mas obviamente foi o convite da Globo, muito simpático e interessante, que me fez ficar. O apoio da Lilia e de sua família também foi decisivo”, explicou. “Não é uma escolha fácil aos 35 anos deixar uma coisa construída de 12, 15anos para trás e abraçar um projeto novo. Tive muita sorte, as coisas convergiram para que esse conjunto de fatores fizessem para que eu me sentisse bem aqui.”