O ator está no Brasil para divulgar o remake de “O Vingadordo Futuro”. Ele conversou com a imprensa durante coletiva num hotel no Rio de Janeiro

Colin Farrell posa no terraço de hotel na zona sul do Rio antes da coletiva de imprensa
AgNews
Colin Farrell posa no terraço de hotel na zona sul do Rio antes da coletiva de imprensa

No Brasil para promover o longa “O Vingador do Futuro” – remake do thriller dos anos 90 protagonizado por Arnold Schwarzenegger – Colin Farrell conversou com a imprensa durante coletiva na manhã desta quinta-feira (12), no hotel Marriott, zona sul do Rio de Janeiro. Simpático, o ator contou sobre os passeios que fez desde que chegou a cidade na manhã de ontem e disse que pretende voltar ao Rio após sua primeira visita.

“Ontem fez um dia lindo aqui. Andei de Copacabana até Ipanema, visitei o Corcovado e fui até as cachoeiras da Floresta da Tijuca. À noite fomos numa churrascaria e também na favela Santa Marta. Foi lindo. Que cidade interessante, colorida. Pena que tem que ser tudo tão rápido. Pretendo voltar”, disse ele, que evitou pelo menos uma tradição típica oferecida a maioria dos turistas que visitam a cidade: a caipirinha.

“Caipirinha foi um dos motivos pelos quais larguei a bebida. É uma bebida muito forte que te deixa bêbado muito rápido. Mas eu gostava... Bastante (risos)”, contou o ator, que está há sete anos sem beber após uma conturbada fase envolvendo farras regadas a álcool e drogas.

Biquíni brasileiro

Sobre o cinema brasileiro, Farrell disse que conhece alguns sucessos como “Ônibus 174”, definido por ele como um documentário “incrível e belíssimo”, e “Tropa de Elite”. Questionado sobre o que achou dos biquínis das brasileiras quando passeou no calçadão das praias cariocas, brincou: “Ontem fiz algumas anotações na praia. Não tenho namorada, mas se tivesse não teria nenhum problema que ela usasse esse tipo de biquíni. Pelo que vi na praia funciona bem por aqui (risos)”.

Quando o assunto foram as cenas de beijo com a parceira de cena, a atriz e mulher do diretor Len Wiseman – que dirige o filme – , Kate Beckinsale, ponderou. “Me senti estranho beijando a mulher do diretor. Era aquela coisa, fazíamos o beijo e dizíamos logo que estava ótimo. As cenas eram feitas de primeira. Mas não era nada explícito. Era como um beijo de bom dia. Foi tranquilo”, afirmou Farrell, que estava afastado de grandes lançamentos no cinema desde “Miami Vice” (2006), segundo ele por não ter se interessado por nenhum roteiro desde então.

O ator contou ser fã da primeira versão de “Os Vingadores do Futuro”, que assistiu quando tinha 14 anos. Na nova versão, o protagonista vivido por Farrell, o agente Douglas Quaid, vive em meio a uma trama sobre realidade e memória inspirada no conto “We Can Remember It For You Wholesale” de Philip K. Dick. Questionado se pudesse escolher uma memória para ser implantada em seu cérebro como acontece com o personagem, ele disse que escolheria ter sido um jogador de futebol em homenagem ao pai, que foi um astro do esporte.

Dublê nas cenas de ação

“Na verdade até achei que faria isso até meus 14 anos, mas aí comecei a perseguir as garotas e fazer aulas de teatro. Acabei me apaixonando pela profissão”, contou Farrell. Apesar de ser fã do esporte ele disse que aprendeu com o pai a não ter favoritos no esporte. “Nunca gostei de um time ou jogador específico e, sim, apoiei o esporte”.

Farrell admitiu o uso de dublê nas cenas de ação. “Tentei fazer o máximo possível das cenas de ação, mas em alguns momentos precisei usar dublê. Acho essas cenas divertidas. Gosto de poder pular de um prédio, bater um carro”, disse ele, que também afirmou ter vontade de dirigir um filme. “Adoro trabalhar com atores. Mas seria um filme pequeno e pessoal”, contou ele.

Assista ao trailer de "O Vingador do Futuro"



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