Em conversa com jornalistas, autora diz que contribuição da viúva de Chico Anysio foi essencial

Glória Perez, Marcos Schechtman e Murilo Rosa no workshop da novela
Globo/Divulgação
Glória Perez, Marcos Schechtman e Murilo Rosa no workshop da novela "Salve Jorge"

Junto do diretor de núcleo Marcos Schechtman , Glória Perez reuniu elenco, produção e jornalistas nesta quarta-feira (6), no Projac, no Rio de Janeiro, para um workshop sobre “Salve Jorge”, novela que substituirá “Avenida Brasil” em outubro. A trama, ancorada na questão do tráfico de mulheres e na comunidade do Complexo do Alemão, é a obra que encerra a trilogia de Glória com temática do oriente, que começou em “O Clone” e se desenvolveu em “Caminho das Índias”.

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“Eu fecho um ciclo, mas de uma forma muito especial, mostrando os guerreiros e guerreiras que vivem mais perto do que imaginamos. Por isso a inspiração em São Jorge”, explica ela durante o evento, que aconteceu em meio a palestras, comidas e danças típicas da Turquia como forma de aproximar o elenco de um dos principais cenários da trama. Schechtman também explicou que os 40 dias de gravação no país euro-asiático são parte de mais uma das superproduções da autora.

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“Dá muito trabalho, mas também muito prazer em fazer”, diz ele, ao lado de oficiais do exército turco, que participaram do processo de pacificação do conjunto das favelas do Alemão e inspiram personagens de "Salve". Além de todos os colaboradores para a construção do folhetim, uma pessoa foi central para o início do projeto: Malga Di Paula , a viúva do humorista Chico Anysio, e profunda conhecedora de Jorge da Capadócia. “Sem o apoio da Paula, jamais teria escrito os quatro primeiros capítulos.”

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